3.24.2017

Filmes da Chiclet #36 | A Bela e o Monstro

Este é o filme que nos leva de novo à infância, àqueles tempos maravilhosos em que acreditamos no melhor das pessoas e em que julgamos que todos os sonhos se podem tornar realidade.

Que eu sou uma Disney Lover não há qualquer duvida. Amo, amo, amo tudo o que tenha a ver com a Disney.  Estar na loja da Disney é o equivalente a uma criança com um doce. E a viagem à Disney é um sonho, muito, muito antigo! Um dos muitos, no que diz respeito a viagens. Vai com toda a certeza ser uma das viagens mais felizes que farei!

Mas adiante, este não é o meu filme favorito da Disney, e da minha infância, mas está bem pertinho, no meu top 3.  O primeiro não podia deixar de ser o meu Rei Leão! Mas este sempre foi um dos que mais gostei e... como não amar? até é do ano em que nasci!

Desde as músicas às personagens, sem esquecer os cenários e a mensagem, é um filme perfeito do princípio ao fim.  Tão, mas tão bom.

Há muitas coisas que não estavam no original da Disney, mas essa inserção é feita de forma subtil, natural e sem nunca pôr em causa a história original. Diria até que esses pequenos acréscimos só vieram enriquecer mais o filme e a história em si. 

A Bela é uma rapariga muito à frente para o seu tempo, que dá a vida pelo seu pai e que nunca, em momento algum, desiste de o voltar a ver. Apesar de ser feita prisioneira (o que de certa forma nem aconteceu, concretamente) ela tenta lidar com a situação da melhor forma que consegue. Vemos isso de todas as vezes que faz frente ao Monstro - destemida, talvez a sua maior qualidade. A par da inteligência, interesse e verdadeiro gosto pela leitura. E o facto de ver o melhor das pessoas - o seu interior. Tentando trazer ao de cima, o melhor de cada um. Como fez com o Monstro. Mas quanto, de tudo isto, não podemos transpor para a realidade? 

Esse é um dos motivos porque sempre adorei a Disney. Faz nos sonhar. Ensina-nos a amar os outros, sem preconceitos, a vermos o melhor de cada um, porque no fim de contas é isso que importa. E a brincar, a brincar, através de histórias que nos fazem sonhar e nos levam para fora da nossa crua realidade por cerca de 2h e meia de filme. 

Todas as histórias da Disney têm uma lição. De todas retiramos uma qualquer aprendizagem. 

Mostrem a criança que há em vós, a parte sonhadora, humana, e feliz... e vejam - vejam mesmo! - este filme. Vale tanto, tanto a pena. 

Quanto à prestação da Emma Watson sou fã dela desde o Harry Potter (como não a amar depois do “It’s Levi-o-sa, not Levio-sa”). Eu e meio mundo de gente, naturalmente. Porque éramos pequenas criancinhas, que do alto da sua inocência, tinham verdadeiro gosto em ver um filme. Em adorá-lo. E não tínhamos como primeira preocupação pôr defeitos em
Pequenas curiosidades sobre ela:
- sempre ter sido boa aluna;
- parou a carreira para ir para a universidade;
- é defensora acérrima dos direitos das mulheres. 
- valoriza o que tem (os pais fizeram-na viver com uma mesada insignificante até aos 18 anos, sendo ela milionária. Exacto.)
Ainda não chega para a adorarmos? Claro que sim.
Na minha opinião - que vale que vale - ela esteve perfeita no papel e fez-me lembrar por diversas vezes a Bela. Tem a doçura, a inocência, o carisma. Adorei, simplesmente.
E pronto, já sabem que é ma-ra-vi-lho-so (vezes mil!) por isso façam um favor a vocês mesmos e vão ver, por favoooor! 
Nota: pronto, pronto. Ninguém é perfeito não é? Nem um filme da Disney. Apenas um pequeno reparo - a música estava altíssima durante todo o filme, demasiado mesmo, e fez-me alguma confusão, confesso. Tirando que o filme não precisava ser praticamente todo cantado, mas vá, está tão bom e fez-nos tão felizes que até isso lhe perdoamos.
Deixo-vos o trailer:




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