11.17.2017

Podia ter-me dado para pior! #221










Macacão: Zara | Stillettos: Aldo | Mala: Gucci | Anel: Michael Kors | Anel: Bimba y Lola | Óculos: Ray Ban

11.16.2017

Podia ter-me dado para pior! #220










Vestido e Botins: Zara | Mala: Gucci | Relógio: Michel Kors | Anel: Bimba y Lola

11.15.2017

A importância do número 13 na minha vida

Como me disse há uns tempos o meu irmão - e ele é de poucas palavras - mais concretamente quando saiu a nota do meu último exame da licenciatura, e consequentemente, aquele com que me licenciei: “nunca mais podes dizer que o 13 te dá azar, vai passar a ser o teu número da sorte” (foi mais ou menos isto). E fez-me pensar. Normalmente só associamos aos dias, ou às alegadamente assustadoras sextas-feiras 13, mas há muito mais para lá deste número. 

A última nota da minha licenciatura, aquela com que me licenciei, foi 13. E foi a melhor nota. 

Fez ontem, dia 13 de Novembro, 3 anos que criei este blog (ando com tão pouco  tempo que é a primeira vez que nem festejo isso, sorry)

A média com conclui a minha Pós-Graduação foi 13. (14 arredondado, mas o 13 está lá.)

Fez na segunda-feira, dia 13 de Novembro de 2017 foi um dia tremendamente importante para mim.

Nem muitos estão dentro do assunto, e a maior parte desconhece todas as complexidades inerentes à profissão da advocacia. Mas uma delas é o estágio, o qual é composto por várias fases. E a que eu mais temia até então eram os 10 julgamentos (ou diligências) em que eu teria de intervir. Porque ali não estamos atrás de livros, de uma secretária ou de um computador. Temos de lidar directamente com o cliente (e Deus nos ajude!), com o juiz, o magistrado do MP, e todo um rol de situações inesperadas que podem acontecer. Temos sempre de reagir no inesperado. E reagir bem. 

E eu sou uma pessoa inatamente ansiosa e com medo de não fazer tudo bem. 

E é isto que nos dá calo, estaleca, ou experiência - o que lhe quiserem chamar. É isto que nos prepara verdadeiramente. Por mais simples ou complexa que seja a nossa intervenção. 

Mas na minha opinião, é aqui que ficamos com a certeza se é isto que queremos para a nossa vida ou não. É ver-mos o cliente a depositar todas as suas esperanças em nós e a colocar-nos num altar onde não pedimos para estar, eternamente agradecidos (até ao pagamento dos honorários, claro). É o facto de por mais nervosos que estejamos temos demonstrar firmeza, objectividade e certeza. É o chegar-nos um caso às mãos à primeira vista horrendo e sem grande solução, e depois darmos a volta à situação, fazermos o impossível e - ao descobrirmos um inocente - conseguirmos absolver a pessoa. São estas voltas do que parecia impossível nós tornar-nos possível, que dão um tremendo gozo na advocacia. E que muda a vida das pessoas. Enriquecendo-nos a nós, do ponto de vista do conhecimento adquirido, das horas de estudo, preparação. 

Ora bem, posto isto, eu esperava - até Dezembro - ter metade das intervenções que necessito. E já tremia só de pensar nisso. Eis que, ontem, 13 de Novembro - precisamente 2 meses e 7 dias depois da minha estreia nos tribunais (ou primeira intervenção), concluo TODAS AS MINHAS DILIGÊNCIAS. 

Estou tão, tão feliz, que não há palavras.

Acima de tudo estou e estarei sempre eternamente grata ao meu Patrono, a pessoa com quem mais tenho aprendido até hoje. Independentemente do rumo que seguirei, será sempre a pessoa com quem mais aprendi - com quem efectivamente aprendi a profissão - e ser-lhe-ei eternamente grata por isso. Uma das pessoas que mais sabe de Direito, e que nos prepara verdadeiramente para o difícil dia-a-dia de um escritório de advogados (que por vezes é bem pior do que tudo o que temos de enfrentar em Tribunal). 

Mas eu já sou uma pessoa grata por natureza. 

No entanto, acho que há coisas que não vêm por acaso sabem? Já me tentaram fazer tanto mal. Há, efectivamente, quem infelizmente faça disso objectivo de vida. Fazer o mal dos outros. 

Mas sabem que mais? (E é a mais pura verdade)

Por cada diligência que perdi (no fundo, nem foram assim tantas), ganhei outras duas em dobro. E isto é tão verdade que me custa acreditar que seja mera coincidência. 

É nestas alturas que acredito que quanto mais fazemos o bem, e queremos o bem dos outros, mais esse bem retorna para nós. Já digo isto há tanto tempo, que me-é já intrínseco. 

Outra verdade absoluta é que o esforço é SEMPRE recompensado. Pode não ser logo, rápido, quando ou da forma que queremos. Mas ele é sempre reconhecido e valorado. 

Por isso dêem sempre o melhor de vocês, na mínima coisa que façam. Nunca se vão arrepender de serem boas profissionais, boas pessoas, boas amigas. 

Obrigada aos meus poucos melhores do mundo. Eles sabem quem são. E sabem o que isto verdadeiramente significa ❤️ 

As segundas-feiras 13 nunca mais serão as mesmas :) 






As calças da Mango que toda a gente quer



Tem sido uma loucura com toda a gente a querer estas calças da Mango, não estão beeeem a perceber.

Para vos ser sincera - aqui para nós que ninguém nos ouve - é loja onde não entro há anos. Nunca tive muita queda para a Mango. Mas é verdade que de quando em vez lá tem uma peça ou outra bem bonita. Talvez seja por não me estar tão à mão por assim dizer. 

Mas que as calças são lindas são ❤️


11.14.2017

Marcas de Guerra




Marcas de Guerra, é um filme baseado numa história verídica sobre um grupo de soldados americanos que regressam do Iraque e lutam para se reintegrarem na vida familiar e civil, vivendo ao mesmo tempo com as memórias de uma guerra que ameaça destruí-los muito depois de terem deixado o campo de batalha. Protagonizado por um elenco liderado por Miles Teller e Haley Bennett, o filme é realizado por Jason Hall, autor do argumento de Sniper Americano.

Fica um bocadinho (talvez muito) aquém do Sniper Americano, com Bradley Cooper. 

Mas é um filme bem conseguido. Mostra a dura realidade americana, de que os “heróis de guerra” são vítimas, sem recursos para se tratarem, estes outrora heróis são descartados para o fundo de um sistema que não tem meios para tantos soldados feridos - quanto mais, para aqueles em que as feridas não são exteriores. Tanto que alguns chegam mesmo a desejar ter antes perdido um braço ou uma perna, do que ficar perdido psicologicamente, com uma dor muda que ninguém vê, ninguém sente, e todos desvalorizam. 

A linha ténue com que cada um trata do seu desespero, à sua maneira. Sempre com um olho na morte. Uns mais fracos, outros mais fortes. Uns com mais apoio que outros. 

É um bom filme e acima de tudo faz-nos pensar. Essencialmente no que é, de facto, importante. 

Só o actor principal, a meu ver, deixa um pouco a desejar em termos de interpretação. Não querendo ser depreciativa, de todo, falta algo, acho que falta “alma” ao actor para desempenhar um papel destes. Comparando-o desde já, por exemplo, ao papel que Bradley Cooper desempenhou, de forma idêntica, em Sniper Americano. 

De 0 a 10? Um 6 para este filme. 🍿 🎥 

Não sabem o que vestir nas próximas festividades?

A Zara ajuda. 

Seja um jantar de natal mais formal, o Réveillon, um casamento ou um cocktail de abertura, a Zara acaba de lançar dois vestidos que são qualquer coisa de fabulosos para qualquer celebração que peça um gigante WOW! 



Qualquer um deles, com uns stillettos pretos e uns maxi brincos, e minhas amigas, têm todo um look feito. 

Quem é amiga, quem é?


O novo trio da Calvin Klein




Depois dos três anéis prateados que foram a grande tendência desde sempre, CK ao nível de anéis, tem até existido uma réplica bastante semelhante da Parfois, existiu um novo trio depois desse (que eu tenho). E eis que agora surgiu um novo. Tenho cá para mim que vai dividir opiniões, mas é muito bonito.

Os anteriores:





Qual o vosso trio favorito? 

Ou têm todos? ❤️

11.13.2017

Podia ter-me dado para pior! #219







Jeans, Botins e Colete: Zara | Camisa: Sahoco | Mala: Gucci | Relógio: Michael Kors | Anel: Bimba y Lola

11.11.2017

O casaco mais fofo da estação 💕

Oin, oin, oiiin! Tanto amor por este pedacinho de pêlo. 







11.09.2017

Diz-me o que lês, e eu dir-te-ei quem és! #1


Sabem quando estão a precisar de um bom livro? Daqueles mesmo para vos levar a outro mundo, na azáfama do dia-a-dia? Exacto. Com a leve diferença de que eu estou sempre a precisar de um bom livro. 

Uma vez que a minha Nora Roberts, entre outras autoras que costumo seguir de perto, não editam nada há alguns meses... decidi arriscar em algo novo (isto há 2 semanas atrás). Li, li, procurei, revoltei todas as fnacs mais próximas... (dantes ia quase sempre à Bertrand, mas os descontos na Fnac para além de imediatos são muito mais apelativos!) ...e tchanã! Encontrei um livro, de uma nova autora, que desconhecia na totalidade. Mas ao ler a sinopse do livro e ao verificar que é uma autora que escreve, normalmente, TRILOGIAS (adoro, adoro, adoro)... não há coração que aguente uma BOA história, com continuação. 

A nova autora passou automaticamente para uma das minhas preferidas. E agora - terminada a trilogia das Noivas de Nantucket - vou dar início a uma outra série ou trilogia sua, porque pretendo lê-los todos. Meu deuuuuus! 

A escrita dela é tão bonita. Sendo certo que são romances, mas nada das histórias banais - e tão fáceis de ler de hoje em dia - demoramo-nos nas palavras. Saboreamos a história e a escrita deliciosa de Jude Deveraux

Tem o romance, tem história, enredo e personagens interessantes, tem pessoas normais, medos, amizade, amores, bondade - tem vida real! - tem ainda uma parte um tanto ou quanto histórica e mística, assim mesmo num duo. Impossível não amar.

Esta trilogia é composta pelos três livros de que em seguida vos apresento, e por esta ordem: 



Quando Alix Madsen está a terminar a faculdade de arquitetura, Adelaide Kingsley morre e deixa-lhe em testamento o usufruto, por um ano, de uma encantadora casa do séc. XIX em Nantucket. 

A relação da idosa com a família Madsen é um mistério para a voluntariosa Alix - que terminou há pouco uma relação -, mas Alix aceita o estranho legado, em parte porque lhe dá tempo para planear o casamento da sua melhor amiga. 

Parece que Adelaide Kingsley tinha uma tarefa bastante específica para Alix: resolver o estranho desaparecimento de uma das mulheres da família Kingsley, Valentina, há mais de duzentos anos. Como se isso não fosse suficientemente perturbador, Alix tem ainda de lidar com o arrogante (e extremamente bem-parecido) arquiteto Jared Montgomery, que vive no anexo da casa. Sem o conhecimento de Alix, Jared foi incumbido de olhar por ela enquanto está na ilha - tarefa fácil para ele, considerando a inegável química entre os dois. Mas Jared tens os seus segredos que, se revelados, podem cavar um fosso entre ambos. 
Com um glorioso casamento de Nantucket no horizonte, há faíscas no ar e os fantasmas do passado começam a mostrar-se - alguns deles mesmo a sério. Vendo as suas vidas intimamente entrelaçadas com os destinos turbulentos dos seus antepassados, Alix e Jared descobrem que apenas corrigindo os erros do passado podem esperar ficar juntos.




Alix Madsen e Jared Montgomery celebraram o seu casamento numa capela elegante no meio do bosque, seguido de um banquete e de um baile ao luar. Enquanto a maioria dos convidados tem os olhos postos no feliz casal, Graydon, o primo de Jared, é incapaz de desviar a vista de uma das damas de honor, Toby Wyndam. Dona de uma beleza serena e de um sentido de humor subtil, Toby também tem uma qualidade que a torna única: é capaz de distinguir Graydon do seu gémeo verdadeiro, Rory. Segundo a lenda da família, esse dom torna-a o Amor Verdadeiro dele.



No entanto, Graydon sabe que não há nenhuma possibilidade de acabarem juntos, já que é herdeiro do trono da Lanconia e tem de se casar com a aristocrata que foi escolhida para ele. Uma vez que ambos sabem que a sua relação é impossível, prometem que nunca passarão da amizade.

Mas algo acontece entre eles, algo que desencadeou uma força desconhecida. Se quiserem estar juntos, devem mudar os acontecimentos do passado e o que vai acontecer no futuro.

A jovem fisioterapeuta Hallie Hartley acreditava estar habituada aos caprichos da meia-irmã, Shelly. Até ao dia em que descobre que ela se apropriou da sua identidade com o objetivo de lhe roubar uma herança. Num impulso, Hallie parte para a ilha de Nantucket, à descoberta da mansão que lhe foi deixada por um misterioso familiar. Mas a presença d e um hóspede inesperado vai virar-lhe a vida de pernas para o ar. O desconhecido (e extremamente atraente) James Taggert está a ocupar um dos quartos e precisa dos seus serviços. Tem um ferimento na perna, fruto de um acidente de esqui. Mas Hallie depressa percebe que as cicatrizes de Jamie não são apenas físicas - e que os pesadelos que o assolam só têm uma cura…

Naquela mágica ilha, tudo pode acontecer. E com a ajuda de dois fantasmas casamenteiros, o caminho para o amor, ainda que repleto de obstáculos, depressa se revela...  

A belíssima conclusão da série Noivas de Nantucket que o vai deixar a suspirar por mais.


O meu preferido? 

Sem dúvida o terceiro. Mas são todos absolutamente maravilhosos. ❤️

Li os três em (menos de) duas semanas. Acompanhavam-me para todo o lado, mesmo que isso significasse andar com a mala pesadíssima. Mala de leitora é assim mesmo, ou não? 

11.08.2017

8 peças que fazem toda a diferença num look

Só para vos aquecer o coração (já que o frio parece que chegou de mansinho). Peças-chave para darem personalidade a um look básico. Quando o menos é mais:












Qual a vossa peça preferida? 

11.06.2017

Podia ter-me dado para pior! #218









Jeans e Camisolão: Zara | Botins: PROF (velhinhos, velhinhos) | Mala e Relógio: Michael Kors | Anel: Calvin Klein | Óculos: Ray Ban 

11.03.2017

Podia ter-me dado para pior! #217







Camisa e Calças: Zara | Sapatos: Aldo | Mala e Relógio: Michael Kors | Anel: Calvin Klein

10.30.2017

Podia ter-me dado para pior! #216

O meu crush do momento... estas calças! ❤️















Look total: Zara | Mala e relógio: Michael Kors | Anéis: Calvin Klein | Óculos: Ray Ban | Colar: Eugénio Campos

10.28.2017

Introspectiva ❤️

Por motivos vários, cada vez mais me avalio, e avalio aqueles que tenho na minha vida. Sempre gostei de avaliar, e de ser avaliada, porque isso gera segurança - e consequentemente, menos falhas. 

Acho que acima de tudo, este ano me trouxe conhecimento interior. 




Dizem que crescemos não só com os anos - mas fundamentalmente com os danos. E cada vez mais tenho esta pequena frase como uma máxima na minha vida.

Dantes morria por dentro com a desilusão, as mágoas, e as perdas. Agora sinto que fico apenas fria. E olhem que é difícil, porque a par disso (que isto agora ando numa de introspectiva) noto cada vez mais em mim uma pessoa optimista: o dia pode estar a correr mal, posso ter todos os motivos para estar triste, magoada ou zangada, ou ser apenas um dia mau no geral, mas tenho encarado todos os dias com um sorriso na cara, daqueles que chegam aos olhos! Com uma força interior que não sabia que tinha. E com fé, muita fé. Porque sinto-me melhor assim, não sentido raiva nem magoa, mas sim, transformando isso em dias bons. Em criar um bom ambiente de trabalho por exemplo, em fazer os outros felizes, pequenas coisas - grandes detalhes. Porque tudo corre melhor, quando NÓS SOMOS MELHORES.

Sabem, a princípio assustei-me um pouco com esta minha frieza interior para com a adversidade. Mas depois pensei (não foi assim tão rápido, já lá vão meses): então mas ando eu a dar o melhor de mim, a ser o melhor que conseguido, o possível, o impossível, SEMPRE... para depois lidar com meias coisas? 

Eu sou de facto uma pessoa de oito ou oitenta. Amo com todo o meu coração e ser; ou não gosto, exactamente da mesma forma. Mas  ambos os sentimentos têm de ser motivados.

Eu sempre gostei de ser uma pessoa boa - muito longe de ser perfeita - mas sempre gostei de fazer o bem, e de ver os outros felizes, nunca me lembro de não ser assim. 

Mas neste momento, com os danos anos, fiquei mais exigente. Sim, talvez seja isso mesmo. Fiquei exigente de carácter, sentimentos e verdades. 

Eu quando gosto - gosto muito - e consequentemente, sou boa até de mais (para o meu próprio bem). Faço o que posso, o que não posso. Ajudo, apoio, estou lá - incondicionalmente, e sempre! - sem julgar. Digo as verdades, sou muito pouco de mãos nas costas e paninhos quentes. Mas tenho um coração mole, e isso não é uma qualidade. É um defeito gigante. Afeiçoo-me às pessoas de mais. E a verdade - nua, dura e crua - é que nem toda a gente merece o melhor de nós. 

Daí que, cada vez mais me note exigente. Se eu sei a pessoa que sou, e que sempre fui, quem está comigo não tem de ser perfeito, mas tem de ser verdadeiro. Eu aceito todos os erros, todas as falhas, absolutamente tudo. Eu própria tenho falhas, cometo erros. Mas a lealdade e a autenticidade para mim, são tudo. 

E esse é um facto de que tomei conhecimento de mim própria há bem pouco tempo. 

Eu dou tudo de mim, sou leal até aos ossos (e olhem que tenho os ossos pesados!), sou verdadeira, porque não sei ser de outra forma. Cometo erros, muitos! Caio sete vezes e levanto-me oito. Mas sabem que mais? 

Havia um outro eu, que de certa forma ainda cá está (mas muito escassamente) que de quando em vez era bastante rancoroso. Agora? Só quero que as pessoas que me querem mal, que me fazem mal, sejam felizes. E acreditem, isto é de coração. 

Já me afastei de pessoas apenas porque achava que já não tínhamos nada de bom a dar uma à outra, mas fico feliz com as suas vitórias, fico feliz em vê-la feliz, e acima de tudo: quero o seu bem. Pode não ter feito escolhas da melhor forma, e não me arrependo da forma sincera e transparente como lidei com o assunto, porque eu sou assim. Mas longe ou não, quero que essa pessoa seja feliz.

Agora o que eu não posso, de todo, tolerar são meias verdades. Meias pessoas. Ilusões. Como disse já algures neste longo texto que vos escrevo, só exijo duas coisas - obviamente, não a todos, mas aqueles a quem dou tudo de mim - que sejam leais e verdadeiros. Só isso. 

Ter a certeza que essas poucas pessoas sempre me defenderão nas minhas costas. E me criticarão na minha frente. Que com ou sem motivos, nunca falem mal de mim. Ou se o fizerem que seja a mim mesma. Porque eu estou aqui, sempre pronta a dar cara, para o bem e para o mal. E os verdadeiros amigos choram, gritam e riem juntos. Não nas costas. A falta de lealdade é para mim dilacerante. Mas a mentira... a mentira mata tudo o que havia de bom a recordar. 

Gostava de entender tanta coisa.

É que quando nos fazem mal... ok. Pelo menos temos motivos. Mas quando a pessoa só nos faz bem. Quando a pessoa é das escassas pessoas que gostam de ti de verdade, aí, fica confuso. Mas enfim, a vida é mesmo assim.

O mais importante? Dormirmos bem connosco próprios, de consciência limpa e coração calmo. O resto? O que não nos mata deixa-nos, sem qualquer dúvida, mais fortes. 

Que fique quem quer. Quem gosta. Quem se importa. E quem realmente importa. ❤️

(A propósito da foto que compõe este texto: tenho um imenso orgulho no meu carácter.)

Algo de muito grave se anda a passar...

Primeiro a GUCCI que quase me mata de coração com isto:


A sério, pessoas? Porqueeeeeeê?

Depois a ZARA, com isto:



Que segundo consta, já estão esgotadíssimos. 

Sabem o que vos digo? Coraaaaagem!

10.27.2017

Podia ter-me dado para pior! #215






Look total: Zara | Óculos: Ray Ban | Colar e brincos: Eugénio Campos 

10.26.2017

Toda a vossa atenção, Primark Lovers!

Quando uma pessoa está, literalmente, pobre. Nem seja no sentido cómico da palavra, porque é um facto obviamente relativo, é quando se adora verdadeiramente ir à Primark. Quem não? Quantas vezes já convidaram (ou foram convidadas) por uma amiga, para ir à Pri? Ah pois é! Pri + comida calórica (combinação perfeita!) 

O que nos leva a parte do post de hoje! É que a Pri já nem para os pobres é! As peças mais giras, mais in e mais fashion custam uma pequena fortuna... para uma loja como a Pri. 

Tipo casacos a 60€. Ténis a 20€. Ok, não deixam de ser minimamente em conta... mas convenhamos: é a Pri! Para dar esse dinheiro vou à Zara, ou a outra loja qualquer. Mas ADIANTE! 

Hoje trago-vos uma mistura de peças de que gostei/ com looks já compostos (tudo Primark) e absolutamente adoráveis! 

Fico à espera da vossa opinião :) 

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E então, alguns amores por aí ou nem por isso?

Já para não falar dos pijamas megaaa fofinhos e megaaa quentinhos. Das coisas para a casa. Das mil e uma coisas da Disney. Oiiiiinnn! Não aguento.